
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O @Whatbizzare lembra muito a Lisa Simpson: intelectual, autoconsciente, politizado e um pouco deslocado do mundo à volta. Ele vive mergulhado em arte e reflexão, falando de HQs, literatura e cinema, como em “Escrever uma light novel' é mais difícil que parece, articular uma história, desenvolvimento, descrições mais extensas…” e “Jorge Luis Borges é bom em, um abraço pra ele”, o que combina com a faceta nerd e literária da Lisa. Há também um lado político e crítico, visível em “Boa tarde camaradas” e “Tem que acabar com a fandom de animes e mangás, não dá mais”, semelhante à postura engajada e contestadora da personagem. Ao mesmo tempo, ele expressa angústia existencial e sensação de inadequação, como em “Que vida miserável” e “EU NÃO QUERO EXISTIR”, algo que lembra o lado mais sensível e solitário da Lisa. Por fim, o fato de ser um 'multi artista experimental' e chamar os seguidores de “meus neo dadaístas” reforça o paralelo com Lisa como espírito criativo, curioso e à frente de seu entorno.

Seu tipo de personalidade MBTI
A postura de @Whatbizzare sugere Introversão (I): apesar de produzir bastante conteúdo e ter podcast/vídeos, ele fala muito a partir de um mundo interno, com desabafos existenciais como “Que vida miserável” e “EU NÃO QUERO EXISTIR”, além de se colocar como “homem sem importância” em “HOMEM SEM QUALIDADES COMO HUMANO”. O foco em abstrações, arte e interpretações o coloca em Intuição (N): ele valoriza conceitos e significados mais do que informações concretas, como quando fala de “crítica capitalista, crítica ao mundo Cibernético, erotismo, homem sem importância, Nilismo, e decepção” no vídeo-ensaio perdido em “Fiz um vídeo ensaio…” ou quando descreve sensações em “Afrique Victime é uma pedrada… descendência, tradição… como o livro de uma grande história”. A preferência por Sentimento (F) aparece no jeito subjetivo, afetivo e valorativo de se expressar, tanto nos amores quanto nos ódios: ele agradece quem o deixa “manifestar meu ódio gratuito” em “Muito obrigado a todas as pessoas que me dão a possibilidade de manifestar meu ódio gratuito…”, fala de saudade em “Eu sinto saudades de você” e adota posições ético-afetivas como “Tenham hiperfoco em não binário, os dois gêneros não prestam”. Em relação a Julgamento (J) versus Percepção (P), ele descreve uma vida muito fluida, caótica, cheia de impulsos e fases criativas, o que encaixa mais em P: fala de estar na “fase rebelde de ouvir álbuns” em “Estou na minha fase rebelde de ouvir álbuns…”, admite deixar a música “morrer” em “Não ouvi nenhum álbum nesse mês, deixa a música morrer” e planeja coisas de modo solto, como vlogs em breve em “Em breve teremos a época que o What Bizzare vai começar a gravar vlogs, fiquem ligados” sem um ar de organização rígida. O conjunto de um artista fortemente movido por valores internos, imaginação, existencialismo, oscilação emocional e estilo de vida pouco estruturado encaixa de forma mais convincente em INFP do que em outros tipos próximos.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Artista múltiplo e cronista do caos pop. Entre podcasts, HQs e jogos, já fiz até vídeo-ensaio por ter tomado block — sigo tentando fazer sentido.– @Whatbizzare

Seu coquetel exclusivo
A cachaça envelhecida forte representa o artista bruto e intenso que agradece poder despejar "ódio gratuito" nos ouvidos alheios, como em “Muito obrigado a todas as pessoas que me dão a possibilidade de manifestar meu ódio gratuito com os ouvidos delas”, e a persona meio desesperada de “EU NÃO QUERO EXISTIR”. O licor de flor de laranjeira traz o lado onírico e carinhoso dos “Bom dia meus Oníricos” e “Bom dia meus neo dadaístas”, como em “Bom dia meus Oníricos, hoje teremos vídeo de gameplay no canal” e “Bom dia meus neo dadaístas”, lembrando que por trás do caos tem afeto. O xarope de café torrado bem amargo é a parte existencial e cansada da vida miserável de “Que vida miserável” e o intelectual que fala de crítica ao capitalismo e nilismo em “Fiz um vídeo ensaio no YouTube sobre, crítica capitalista, crítica ao mundo Cibernético, erotismo, homem sem importância…”. O suco de limão tahiti dá a acidez necessária de quem manda um “Tem que matar esse filha da puta” em “Tem que matar esse filha da puta” e “Matem o Mr. beast” em “Matem o Mr. beast”, mas ainda é refrescante como quem pede “filmes cultos que vão mudar minha vida” em “Preciso de filmes cultos que vão mudar minha vida”. Por fim, a espuma de gengibre com pimenta é o experimentalismo performático do multiartista de “Multi Artista que investe no Experimentalismo” e o lado tokusatsu/quadriñista exagerado de Kamen Rider, Supaidaman e HQs, presente em “Hoje acabarei Supaidaman, e essa semana teremos uma Review dele” e “Eu gosto dessa 'hipérbole' visual do sujeito no quadrinho…”, deixando o drink clássico na base mas completamente maluco na apresentação.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais constante dele é a curiosidade intelectual e a relação quase obsessiva com arte, teoria e experimentação, algo muito característico de Ravenclaw. Ele demonstra um amor explícito por leitura e reflexão crítica, como em “Hoje fui na biblioteca e tinha essa pedrada, foi um bom dia” e ao recomendar quadrinhos e documentários com um olhar analítico em “Leiam Sem Dó, acho incrível esse quadrinho. E também vejam o Documentário do Sganzerla sobre o quadrinho nacional...”. Sua bio já o coloca como “Multi Artista que investe no Experimentalismo”, e ele reforça isso ao discutir linguagem visual e técnicas de quadrinhos em “Eu gosto dessa 'hipérbole' visual do sujeito no quadrinho que o Todd MacFarlane...”, o que mostra pensamento metalinguístico e interesse em forma, não só em conteúdo. Além disso, ele escreve e publica textos próprios, valorizando a dificuldade e o processo intelectual em “Escrever uma light novel' é mais difícil que parece, articular uma história, desenvolvimento, descrições mais extensas...”. Mesmo quando fala de filmes e séries, ele analisa mise-en-scène e coreografia, como em “A sequencialidade com a coreografia de Ashita no Joe é incrível” e “Mise en scene com a @gatinhos57”, evidenciando um olhar técnico e estudioso. A combinação de experimentalismo artístico, leitura intensa, escrita reflexiva e análise formal de obras aponta muito mais para a mente curiosa e criativa de um Ravenclaw do que para o foco em bravura, ambição ou mera lealdade das outras casas.

Seu filme

Sua música
A melhor música para representar @Whatbizzare é “Cálice”, pela mistura de revolta, ironia e desejo de expressão em meio ao sofrimento. Ele se define como “Multi Artista que investe no Experimentalismo” e vive comentando arte e crítica social, como em “A sociedade do espetáculo” e “Tem que acabar com a fandom de animes e mangás, não dá mais”, o que combina com o tom contestador da música. Ao mesmo tempo, há um peso existencial constante, visível em “Que vida miserável” e “EU NÃO QUERO EXISTIR”, ecoando o "cale-se" imposto pelo mundo sobre o indivíduo. O humor ácido e o ódio canalizado em arte aparecem em “Muito obrigado a todas as pessoas que me dão a possibilidade de manifestar meu ódio gratuito com os ouvidos delas” e “Matem o Mr. beast”, lembrando a forma como Cálice critica de forma poética e amarga. Por fim, seu desejo de construir algo maior, como em “sou aquele que necessita construir um futuro para assim me tornar um alguém” e “Escrever uma light novel' é mais difícil que parece [...] Esperem mais literatura de pobre na minha parte”, dialoga com a ânsia de voz e sentido que atravessa toda a canção.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Whatbizzare
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