
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A classic match.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: apesar de interagirem bastante online, falam muito de estudo, saúde mental e cansaço social, e não de sair o tempo todo, inclusive comentando frustração com redes sociais e haters, como em “Fechei os comentários das publicações... assim os experts na minha própria vida... conseguem guardar as opiniões que ninguém pediu” e “Discordou de mim? Block ❤️ Meu perfil não é democrático”. A preferência por Intuição (N) aparece na forma como pensam em sistemas e estruturas, indo além do concreto: criticam políticas públicas e tendências sociais, como em “Enem tem isenção pra estudantes baixa renda... Não existe uma única justificativa para a mudança do sisu” e “Não se enganem achando que as trends de tradwife e feminilidade são inocentes. Isso é calculado, eles querem regredir nosso progresso”. O eixo Feeling (F) é bem forte: avaliam tudo em termos de injustiça, empatia e valores pessoais – sofrimento das mulheres, Palestina, acesso à educação, saúde mental – por exemplo em “Ninguém fala como ser uma pessoa doente na família é um peso pessoal enorme” e “O jeito que eu perco o tesao EM TODAS as pessoas que apoiam Israel”. Já o Julging (J) aparece na necessidade de planejar e estruturar a vida: fazem planos rígidos de estudo e descanso (“Uma coisa que vou fazer esse ano é que TODOS os meus domingos vão ser folga”), ficam angustiados com decisões acadêmicas e de carreira (“Tenho dias pra decidir se: fico em passos... começo uma faculdade + faço cursinho online...”), e reagem mal ao caos e injustiça do sistema do Enem/Sisu. Somando a visão crítica de longo prazo, o foco em causas sociais, o tom emocional e ao mesmo tempo analítico, e a organização voltada a um ideal (medicina/direito/educação justa), o perfil se encaixa melhor em INFJ do que em tipos mais racionais (NT) ou mais espontâneos (P).

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
22y | vestibulanda Medicina & quase Direito USP | fluente em inglês, fã da Francesca Bridgerton e sobrevivente de atropelamento tentando rir do caos– @wickedstudy

Seu coquetel exclusivo
Uma vodka cítrica forte representa a intensidade dela com vestibular e política, tipo quando diz que quer “um 800+ de média simples esse ano” “Eu quero muito um 800+ de média simples esse ano” e desce o verbo no Enem e Sisu “Nunca pensei que o acesso à educação no governo Lula seria mais dificultado...”. O licor de frutas vermelhas simboliza o lado sáfico, dramático e apaixonado por ships como Braydriana e a season gay “Braydriana endgame ou nem queremos” e “Eu quero a season gay agoraaaaaaaaaaaaaaaaa”. O xarope de flor de sabugueiro traz a delicadeza escondida sob a casca grossa, que aparece quando fala da mãe, do pai e do peso de ser doente na família “Até o último minuto da vida da minha mãe as cagadas que meu pai fez...” e “Ninguém fala como ser uma pessoa doente na família é um peso pessoal enorme”. O limão-siciliano dá o azedinho necessário pra combinar com o ódio a machismo, tradwife e apoiadores de genocídio “O jeito que eu perco o tesao EM TODAS as pessoas que apoiam Israel” e “Não se enganem achando que as trends de tradwife e feminilidade são inocentes”. Por cima, uma espuma leve de água tônica com toque de café lembra as madrugadas de estudo, ansiedade de resultado e humor ácido, como quando fala em desistir se não passar “Admiro muito vcs que aguentam mais de 4 anos de cursinho...” mas ainda celebra o 920 na redação com ironia “pelo menos o 920na red manteve kkkkk”.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais constante dela é a ambição bem consciente: ela fala em largar tudo para Medicina ou Direito USP, encarando IMAT e múltiplos vestibulares, mostrando foco em status e futuro de alto impacto, por exemplo em “Vou prestar o IMAT esse ano. Vou ser humilhada na Itália” e “Decidi que se passar no Enem usp pra direito eu vou!! Acho que a medicina só está perdendo valor cada vez mais, além do processo de vestibular ser drenante demais. Direito na usp sempre vai ser um futuro muito bom”. Ela também demonstra forte instinto de autopreservação e controle do próprio espaço, bloqueando e limitando comentários sem dó: “Discordou de mim? Block ❤️ Meu perfil não é democrático” e “Fechei os comentários das publicações sobre a faculdade só pra quem eu sigo 🙏🏻🙏🏻 assim os experts na minha própria vida q nem me conheciam antes do Tweet conseguem guardar as opiniões que ninguém pediu pra eles mesmos”. Há ainda um lado afiado e combativo, com ironia e desprezo aberto a quem discorda ou a figuras de poder, como em “Gente vcs que vem no meu perfil me tacar hate estão perdendo tempo!!! ... tenho asco desse povo atoa do caralho” e nas críticas duras ao governo e ao Enem, por exemplo em “Nunca pensei que o acesso à educação no governo Lula seria mais dificultado do que no governo Bolsonaro… vcs deveriam ter vergonha do trabalho que fizeram”. Ao mesmo tempo, ela é extremamente estratégica com estudos e carreira, comparando opções de cursinho, faculdade e cotas de forma fria e analítica, como em “Tenho dias pra decidir se: fico em passos e começo uma faculdade + faço cursinho online… volto pra sp pra outro ano de anglo presencial” e “Pra mim uma das mudanças necessárias do sisu: Cota de ep somente pra quem tem até 3,5 salários mínimos...”. Embora tenha traços de Gryffindor na coragem de falar o que pensa e de Ravenclaw na dedicação aos estudos, o conjunto de ambição, autopreservação, dureza nos conflitos e visão estratégica encaixa melhor na Slytherin.

Seu filme

Sua música
A música que mais combina com você é Stick Season, do Noah Kahan, tanto pelo artista quanto pela temática de trauma, solidão e tentativa de recomeçar. Você mesma fala o quanto ele é especial por te ajudar a lidar com TEPT e dificuldade de conexão após o acidente: “Minha vida desde que eu fui atropelada por um carro piorou muito, eu tenho MUITOS episódios de tept e perdi total minha habilidade de me conectar com pessoas. Eu não me identificava com nenhuma música até conhecer o trabalho dele.”. A música fala de se sentir preso em uma fase ruim da vida, o que ecoa com coisas que você diz como “Minha vida é tão merda depois do meu acidente de carro que as vezes eu acho que morri e to no inferno” e “To chateada. Não vejo futuro pra mim esse ano se n passar. Eu não tenho forças pra nada mais”. Ao mesmo tempo, Stick Season não é só tristeza: tem um quê de ironia, sinceridade brutal e força pra continuar tentando, que combina com o seu jeito de desabafar, militar, zoar e ainda assim seguir estudando e fazendo planos, como em “Eu quero muito um 800+ de média simples esse ano” e “Decidi que se passar no Enem usp pra direito eu vou!!”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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wickedstudy
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