
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de obsessão com cultura pop, consciência política e engajamento acadêmico lembra muito a Lisa Simpson. A pessoa se descreve como alguém que lê texto acadêmico cedo no ano ("15 de janeiro e eu lendo texto acadêmico") e estuda ditadura a ponto de querer mais filmes sobre o tema ("eu literalmente estudo sobre a ditadura... FAÇAM MAIS E MAIS E MAIS"), o que ecoa o lado nerd, politizado e idealista da Lisa. Há um forte senso de justiça social e crítica, como em comentários sobre racismo ("uma pena ele ser um racista nojento asqueroso") e Israel ("o falso estado de israel"), algo muito alinhado com o espírito contestador dela. Ao mesmo tempo, a sensibilidade afetiva e identitária aparece em tweets sobre ser demissexual ("como pessoa demisexual isso é um absurdo pra mim") e sobre o uso de testosterona ("muito feliz de poder tomar testosterona... mas eu meio que odeio ter que tomar injeção na bunda"), lembrando como a Lisa vive conflitos internos entre quem é e o mundo ao redor. O humor dramático e exagerado em coisas do dia a dia ("pago 100 reais pra alguém vir aqui em casa e transcrever todos os meus pensamentos porque eu to com preguiça de escrever") também é muito compatível com o jeito intenso e melodramático com que Lisa vive suas paixões e frustrações.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais Extrovertidos (E) do que introvertidos: interagem o tempo inteiro com a TL, reagem a trends, fandoms e política, e até se oferecem pra flertar com desconhecidos, como em “ai queria flertar com ume mineire conterranes me mandem dm”, o que indica energia voltada pra fora e busca de conexão. Mostram forte Intuição (N): em vez de focar só em fatos concretos, fazem leituras simbólicas e estruturais, como em “os fantamas são racismo, colonialismo e a sociedade escravocrata” e nas discussões sobre ditadura e Israel, priorizando contexto histórico e ideias abstratas. A preferência por Feeling (F) aparece na forma como organizam opiniões em torno de valores, afeto e empatia – defendendo minorias, criticando racismo e pedofilia (“uma pena ele ser um racista nojento asqueroso”; “o povo reclamando que o livro novo da jannette mccurdy fala sobre pedofilia.... gente vocês lembram que ela trabalhou na nickelodeon né?”) e falando de si como demissexual (“como pessoa demisexual isso é um absurdo pra mim”). Já o eixo Perceiving (P) aparece na espontaneidade e na relação meio caótica com rotina e planejamento: brinca que pagaria alguém para transcrever os próprios pensamentos por preguiça (“pago 100 reais pra alguém vir aqui em casa e transcrever todos os meus pensamentos”), reclama de ter muitos compromissos no mesmo dia (“só de pensar que amanhã eu tenho que ir no médico na academia e no mercado já me dá vontade de m0rrer”) e vive reagindo ao que aparece no momento. A soma desse jeito expansivo, afetivo, muito ligado a significados e causas, mas pouco rígido com planejamento, casa melhor com ENFP do que com outros tipos próximos.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Historiadore em formação, não binárie, mineire, apaixonade por cinema e cultura pop. Já virei gay por uma cena de série e sigo pesquisando fantasmas históricos.– @wtfsaturnx

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte, meio amargo e levemente doce, porque essa pessoa é literalmente o he/they que faz piada com o próprio caos, como em “como pode eu ser literalmente o he/they”. O uísque defumado representa o lado gótico, intenso e obcecado por personagens problemáticos, vide “catherine morena é de fuder mas pelo menos o heathcliff não seria branco” e o amor por filmes sombrios e gays em “eu assistindo o filme porque ele é gay e comemorando quando o filme realmente é gay”. O licor de café é o vício em cultura pop, séries e tretas acadêmicas, sempre plugade na timeline, tipo “pago 100 reais pra alguém vir aqui em casa e transcrever todos os meus pensamentos porque eu to com preguiça de escrever” e “15 de janeiro e eu lendo texto acadêmico”. O xarope de pimenta e chocolate amargo simboliza o ranço politizado e as opiniões afiadíssimas sobre racismo, colonialismo e figuras escrotas, como em “os fantamas são racismo, colonialismo e a sociedade escravocrata” e “uma pena ele ser um racista nojento asqueroso”. O limão siciliano traz a acidez bem-humorada com a própria vida, da chuva que estraga a malhação em “resolvi sair pra malhar e deu uma chuva que alagou o bairro incrível” ao drama do calor em “to começando a achar que eu não vou sobreviver a esse verão não”. Por cima, a espuma leve de água de coco é a camada de carinho, consorte e autocuidado hormonal, um toque suave pra lembrar que por baixo do deboche tem vulnerabilidade, como em “muito feliz de poder tomar testosterona e tal mas eu meio que odeio ter que tomar injeção na bunda” e nas menções constantes ao consorte em “ou então o consorte ta comigo”.

Sua Casa de Hogwarts
A timeline dele mostra um apego muito grande a estudo e reflexão intelectual: ele comenta estar lendo texto acadêmico em pleno janeiro (“15 de janeiro e eu lendo texto acadêmico”) e fala que estuda ditadura e quer mais filmes sobre o tema (“eu literalmente estudo sobre a ditadura… pessoalmente eu acho que tem é pouco filme sobre o período da ditadura FAÇAM MAIS E MAIS E MAIS”). Também demonstra consciência analítica e interesse em política e história, por exemplo quando critica o Estado de Israel contextualizando com a idade dos avós (“provavelmente seus avós são mais velhos que o falso estado de israel…”). Várias vezes ele se mostra obcecado em pensar e repensar coisas, como ao dizer que quanto mais pensa numa situação mais engraçada fica (“quanto mais eu penso sobre mais fica engraçado”), e ao planejar a vida acadêmica em função do TCC (“provavelmente to lendo o último livro que eu vou conseguir ler tranquilo… até eu apresentar o tcc”). Além disso, ele tem um senso de humor rápido e referências culturais constantes (cinema, séries, música, literatura, Shakespeare, Hamnet), o que combina muito com a criatividade e o esprit de corps típicos da Corvinal (“cara vocês vão me obrigar a ir ver um filme sobre SHAKESPEARE no cinema que ódio”, “morte a hamnet”). Embora ele tenha indignação moral e lealdades políticas (traços que poderiam apontar para Grifinória ou Lufa-Lufa), o traço mais constante e estruturante é a relação com conhecimento, análise e referências culturais – característicos de um corvinalense clássico.

Seu filme

Sua música
A música The Winner Takes It All combina com elx porque é dramática, intensamente emocional e ao mesmo tempo meio autoirônica, exatamente o tom que aparece em vários tweets. Elx diz que mesmo sem estar sofrendo, basta tocar ABBA para já entrar no mood de pior divórcio da vida: “posso não estar sofrendo mas no momento que tocar the winner takes it all eu acabei de passar pelo pior divórcio da minha vida”. Isso mostra um apego forte a narrativas melodramáticas e trágicas, mas vivido com humor e consciência. Além disso, a timeline é cheia de comentários passionais sobre filmes, séries e cultura pop, como em “eu assistindo o filme porque ele é gay e comemorando quando o filme realmente é gay” e “pago 100 reais pra alguém vir aqui em casa e transcrever todos os meus pensamentos porque eu to com preguiça de escrever”, o que combina com a intensidade dramática da música. A canção fala de vulnerabilidade, perdas e sentimentos grandes demais, e elx parece gostar justamente desse exagero afetivo, sempre narrado com um toque de deboche.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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