
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A melhor combinação é a Lisa Simpson, mas versão crescida, putona, irônica e politizada. Assim como a Lisa, ela é muito engajada e tem senso crítico forte sobre política e sociedade, tipo quando fala de voto e educação em história em “pra mim tinha que ser obrigatório fazer uma prova de história antes de votar e tirar pelo menos 7,5” e quando iguala ‘direita moderada’ a algo bem mais sombrio em “direita moderada = nazismo”. Ela também tem uma consciência aguda sobre transfobia e injustiças, como em “é cômico que eu não sofro transfobia na rua por ser passavel mas em compensação eu sofro o tripo em qualquer estabelecimento que peça documento”, o que combina com o lado socialmente atento da Lisa. Ao mesmo tempo, mantém autoironia e humor debochado sobre a própria vida e sexualidade, tipo “vou encarar como um sinal pra eu abrir logo um onlyfans” e “vou fazer simpatia no meu cu aí todo mundo que lamber vai ficar viciado em mim”, algo que seria a Lisa se ela tivesse Twitter na vida adulta. E por fim, o drama acadêmico e de futuro lembra muito a ansiedade estudiosa da Lisa, como em “tive que escolher entre estudar perto de casa num curso que eu não quero ou fazer oq eu quero na puta que pariu obrigada sisu 💔” e “eu finalmente tirei minha dúvida se o enem realmente é muito difícil ou se são as pessoas que são muito burras”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente extrovertidos (E): compartilham muito da própria vida, fazem piada com o próprio corpo e sexualidade e interagem com o público, como em “vou sortear alguém pra pagar a fatura do meu cartão quem queer?” e “vou voltar a ser vulgar nesse site hostil”, mostrando conforto em expor-se e buscar resposta dos outros. O traço intuitivo (N) aparece na forma como transformam experiências concretas em comentários mais gerais, políticos ou existenciais, como em “pra mim tinha que ser obrigatório fazer uma prova de história antes de votar e tirar pelo menos 7,5” e “eu tenho quase certeza que se eu não tivesse ido embora pra Sp eu também teria brigado com td mundo”, indo além do fato imediato e ligando a algo mais amplo. A preferência por sentimento (F) aparece porque as opiniões são guiadas por valores e empatia, especialmente em temas de gênero, violência e transfobia, como em “mulher odiando homem é tipo... homem odiando mulher é tipo: ASSÉDIO ESTRUPO AGRESSÃO FEMINICIDIO” e “amizades podres que não aceitam ver as portas se abrindo para as Trans!!!”, onde o foco é claramente moral e emocional. O lado perceptivo (P) aparece na espontaneidade, humor caótico e decisões por impulso, como em “tô me segurando pra não pintar o cabelo de preto”, “vou encarar como um sinal pra eu abrir logo um onlyfans” e “jaja eu saio da mania e volto pra depressão ent aproveitem enquanto tem tempo”, que mostram alguém muito mais reativo e flexível do que planejador. Somando a sociabilidade debochada, o posicionamento político/emocional intenso e a vibe impulsiva e expressiva, o perfil se alinha bem com ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Trans, SP/RJ, tenta passar no Enem de dia e abrir OnlyFans de noite. Já descobri 20 reais em conta parada, sigo na luta pelo 10/10 na vida.– @yisafada

Seu coquetel exclusivo
Vodka cítrica gelada porque ela é forte, direta e fala o que pensa, tipo quando comenta sobre misandria e violência em “mulher odiando homem é tipo…”. O licor de morango representa o lado gostosa–funkeira–pagodeira–rockeira da bio, bem piranhuda e doce, igual ela admitindo em “off: eu amo tirar foto BEM piranhuda…”. A Coca entra como base, referência direta ao nome cheetos com coca e ao corre do dia a dia exausto em “ir trabalhar com 3 horas de sono, um energético e um salgado no bucho…”. A pimenta dedo-de-moça macerada é o tempero agressivo e debochado, tipo quando ela fala em “vou fazer simpatia no meu cu aí todo mundo que lamber vai ficar viciado em mim” e em “quero agredir controlar e manipular um homem”. O twist de laranja com sal na borda é a parte ácida e crítica, lembrando os surtos políticos, educacionais e contra transfobia em “pra mim tinha que ser obrigatório fazer uma prova de história antes de votar…” e “é cômico que eu não sofro transfobia na rua…”. No fim, é um drink forte, doce, picante e um pouco amargo: perfeito pra alguém que fala de OnlyFans em “vou encarar como um sinal pra eu abrir logo um onlyfans” enquanto encara boleto, Sisu e caos emocional com deboche e glitter.

Sua Casa de Hogwarts
Ela mostra um tipo de ambição bem característica de Slytherin, misturada com sexualidade como ferramenta de poder, por exemplo quando fala em abrir um OnlyFans (“vou encarar como um sinal pra eu abrir logo um onlyfans”) e em ‘entrar na Unicamp pelo boquete’ (“vou ter que entrar na Unicamp pelo boquete msm”). Há também um lado claramente manipulador e voltado a controle dos outros, como em “quero agredir controlar e manipular um homem” e na piada de fazer simpatia pra viciar quem se envolve com ela (“vou fazer simpatia no meu cu aí todo mundo que lamber vai ficar viciado em mim”). Ao mesmo tempo, ela é extremamente combativa política e identitariamente, atacando transfobia e machismo, mas sempre com acidez e desejo de vingança, como em “aff a cultura woke chegou nos animais” e na resposta violenta a homens machistas (“Se eu namoro um mlk e ele me fala uma coisa assim eu dou logo uma facada, já surtei por muito menos”), o que indica autopreservação agressiva mais do que bravura altruísta de Grifinória. Ela também assume um certo orgulho em ser vista como ‘vagabunda’ e em performar uma persona forte e temida, algo muito sintonizado com a autoimagem calculada típica de Slytherin (“vou voltar a ser vulgar nesse site hostil”, “script de mulher vagabunda no twitter”). Apesar de demonstrar inteligência, ironia e senso crítico político que poderiam sugerir Corvinal, o eixo central da personalidade que aparece nos tweets é a combinação de ambição, controle, vingança e autoproteção – o pacote clássico de uma Slytherin bem consciente do próprio poder.

Seu filme

Sua música
A música Mulher do Ano combina com ela porque exala autoestima, putaria divertida e vida de travesti safada que não abaixa a cabeça pra ninguém. Ela mesma se descreve na bio como “sou safada uu sou puta uu sou funkeira uu sou pagodeira uu sou rockeira uu sou jogadora de futebol uu”, o que encaixa perfeitamente com a vibe ousada e multifacetada da música. Em vários momentos ela assume a persona abusada e mandona, como em “quero agredir controlar e manipular um homem” e em “vou fazer simpatia no meu cu aí todo mundo que lamber vai ficar viciado em mim”. Além disso, ela vive falando de corpo, sexo e ser "vulgar" com orgulho, como em “vou voltar a ser vulgar nesse site hostil” e “vou encarar como um sinal pra eu abrir logo um onlyfans”. Mesmo enfrentando transfobia e perrengue, como em “eu não sofro transfobia na rua por ser passavel mas em compensação eu sofro o tripo em qualquer estabelecimento que peça documento”, ela mantém o deboche e a postura de estrela, exatamente como a personagem da música.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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yisafada
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