
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A conta lembra muito a Lisa Simpson porque o usuário é obcecado por estudar, refletir e problematizar tudo ao redor, como quando fala de sociologia e filosofia em vários tweets, por exemplo ao comentar sobre Durkheim, Weber e Marx em “Terminei mais uma apostila... sociologia contemporânea, o que foi uma bela surpresa” e ao criar um perfil para trechos de filósofos em “acho que vou criar um twitter secundario para postar trechos de filosofos...”. Assim como a Lisa, ele tem forte consciência social e política, criticando desigualdade, mercado e barbárie em tweets como “Estadunidense... falando sobre PIB e Desigualdade é tipo: Imagine um Big Mac” e “é meio angustiante como o discurso de ódio enraizou nas pessoas...”. A sensibilidade ética e empática também aparece em situações do trabalho, como ao se comover com o colega que sofreu AVC em “Semana passada, descobrimos que um funcionario... acabou tendo um AVC Isso abalou mt a gente” e ao se indignar com os passarinhos presos no muro em “Meu chefe mandou tapar todos os ninhos com cimento, com os filhotes dentro msm”. Ao mesmo tempo, ele sente frustração por ser o "nerd consciente" num ambiente que não acompanha seu nível de reflexão, algo bem Lisa, como quando diz “Gostei mt da aula... pena eu nao poder falar mais na aula se nao os alunos... me dariam 7 facadas de raiva”. Por fim, há uma mistura de ansiedade existencial com idealismo intelectual – visível em “Ontem tive uma puta conversa com minha psicologa... medo de morrer sem eu ter feito o que eu queria nessa vida” – que combina com a forma como Lisa vive em conflito entre suas ambições, sua sensibilidade e a dureza do mundo.

Seu tipo de personalidade MBTI
Entre introversão e extroversão, ele parece claramente mais I: fala muito de ficar imerso em estudos, animes, jogos e crises existenciais, e trata contato social quase como peso, como em “ja faz tempo que eu nao sentia esse medo de fechar o olho e dormir, saber que amanha eu trabalho normalmente me destroi cada vez mais” e na forma quase confessional como fala com a psicóloga em “Ontem tive uma puta conversa com minha psicologa sobre minhas recentes crises…”. Ele é fortemente N: vive fazendo conexões abstratas entre obras, política e filosofia, como em “quanto tempo até algum autor ligar o espaço metafísico ao cyber espaço...” e ao comparar A Metamorfose com Tokyo Ghoul em “Foda que tem uns paralelos lindos de A Metamorfose com Tokyo Ghoul”. A preferência por F aparece na centralidade das emoções e da empatia: ele sofre com a injustiça no trabalho do amigo em “Meu mano Leandro... Foi dispensado por birra do chefe.” e se impacta profundamente com a morte e fragilidade da vida em “isso é medo de morrer sem eu ter feito o que eu queria nessa vida”, mesmo quando argumenta politicamente. Quanto a P, ele parece mais espontâneo que estruturado: vive comentando que estuda horas seguidas por impulso mais que por planejamento rígido, como em “incrivelmente só consigo ler direito no serviço, e são basicamente 9 horas por dia lendo”, e decide criar projetos e perfis novos de forma súbita, como em “acho que vou criar um twitter secundario para postar trechos de filosofos...”. A combinação de idealismo político, intensidade emocional, amor por arte/filosofia e constante autoanálise encaixa muito bem no perfil INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Torneiro mecânico, vestibulando de ciências sociais e marxista de boteco. Automatizo máquina de dia, discuto Durkheim, anime e futebol à noite.– @Yur_iNigg

Seu coquetel exclusivo
Uma base de cachaça envelhecida forte representa o trampo pesado, o ódio ao chefe e o fato de ser pobre se fodendo o tempo todo, como em “Pobre só nasceu pra se foder msm que ódio cara”. O licor de café entra denso e escuro, lembrando as madrugadas de filosofia, Bauman e Maquiavel que viram fio na mente, tipo “hoje estou lendo obras sobre ser pai quero uma filha pra ontem” e os fios sobre Maquiavel e Hobbes. O suco de maracujá traz o lado doce, afetivo e ansioso, de quem ama romance, Sangatsu no Lion e manda um “te amo” no meio do caos. O xarope de gengibre picante é o punch revolucionário, o ódio à barbárie e ao império, de quem solta “Kim Jong Un, nós autorizamos.” e manda o liberalismo pro caralho. Por cima, uma espuma de limão siciliano azedinha representa a lucidez filosófica e existencial, aquele medo de morrer sem realizar nada e as crises que rendem conversa com psicóloga, como em “isso é medo de morrer sem eu ter feito o que eu queria nessa vida”.

Sua Casa de Hogwarts
Essa conta respira curiosidade intelectual e amor por estudo de um jeito muito típico da Corvinal. Ele passa horas lendo apostilas de filosofia e sociologia, empolgado ao ponto de criar um Twitter só pra organizar ideias, como mostra em “acho que vou criar um twitter secundario para postar trechos de filosofos que estou vendo na apostila para lembrar deles depois” e em “cheguei na metade da minha apostila, comecei a ler ela segunda feira e ja cheguei na metade incrivelmente só consigo ler direito no serviço, e são basicamente 9 horas por dia lendo”. Vive destrinchando autores e conceitos com clareza analítica, como quando explica Maquiavel em sequência de posts, por exemplo em “Para Maquiavel, política é a arte de lidar com as circunstâncias...” e “Maquivel é o primeiro a pensar a politica como ela é...”. Ele mesmo mostra incômodo quando o discurso público é raso, preferindo análises mais profundas, como em “De fato é meio angustiante como o discurso de ódio enraizou nas pessoas...”. Além disso, mistura esse lado estudioso com reflexões existenciais sobre tempo, morte e metafísica, como em “Ontem tive uma puta conversa com minha psicologa sobre minhas recentes crises...” e “quanto tempo até algum autor ligar o espaço metafísico ao cyber espaço...”, o que reforça o perfil de alguém que pensa demais, questiona tudo e se encanta com ideias — marca registrada da Corvinal.

Seu filme

Sua música
A combinação de consciência social, ódio às injustiças e vida de trabalhador explorado combina muito com Diário de Um Detento. Ele vive reclamando da rotina de trampo e da condição de pobre, como em “Dia 31 de dezembro Os chefes falam que tem que vir trabalhar normal... Como nota de repúdio nao vou fazer nada hoje” e “Pobre só nasceu pra se foder msm que ódio cara”. Ao mesmo tempo, tem forte indignação com violência e desigualdade, como quando fala de genocídio, política e barbárie em “De fato é meio angustiante como o discurso de ódio enraizou nas pessoas... Pessoas boas enchem a boca pra reproduzir discursos de barbárie” e na revolta com o chefe demitindo o colega: “Foi dispensado por birra do chefe.”. Ele mesmo associa sua cabeça a Racionais, dizendo “trabalhar amanha escutando racionais o dia inteiro, até o fim do dia ja matei meu chefe”, mostrando como a estética da revolta periférica é parte do cotidiano dele. O tom de crítica estrutural à sociedade, leitura de sociologia e filosofia e amor por rap engajado faz essa música encaixar como trilha sonora da vida dele.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Yur_iNigg
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