
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A conta da Yasmin lembra muito a Lisa Simpson: inteligente, politizada, sensível e meio dramática, mas com um senso de humor ácido. Ela comenta política e opressões de forma crítica, como em “can’t americans learn how to not center themselves in everything?” e “vcs esquecem que a nossa luta é ou ao menos deve ser interseccional né?”, o que combina com a veia ativista e interseccional da Lisa. Ao mesmo tempo, é emotiva e introspectiva, falando de cansaço, apego e mudanças em posts como “everything aches and softens me” e “so many changes happening”, ecoando o lado sensível e ansioso da personagem. Ela também tem um humor irônico e culto, como em “It’s both funny and pathetic how guys like this think a pseudoscience… has any value whatsoever”, algo que Lisa faria tranquilamente num debate na escola. A mistura de militância, vulnerabilidade emocional, autocrítica e um certo exagero dramático em posts como “vivo em apego à dramatização” deixa bem claro: Yasmin é basicamente a versão travesti, online e mais puta da Lisa Simpson.

Seu tipo de personalidade MBTI
Yasmin aparenta ser extrovertida (E): fala muito de encontros, pegação e interações sociais, como em “indo ficar no maior chamego com um homem com porte de lenhador que provavelmente conseguiria me esmagar com as próprias mãos se ele quisesse [picture]” e “boa noite pra quem fez a meninice de deixar meu numero num bilhetinho pro vizinho gatinho que flertou comigo hj mais cedo achar e me mandar msg (ele mandou)😝😝😝😝 [picture]”, e compartilha bastante da própria vida sem sinal de querer se resguardar muito. Ela parece claramente intuitiva (N): fala de política, interseccionalidade e críticas abstratas, como em “vcs esquecem que a nossa luta é ou ao menos deve ser interseccional né? [picture] [quoted tweet]” e “It’s both funny and pathetic how guys like this think a pseudoscience that has been historically used in eugenics has any value whatsoever em measuring something as complex and diversified as intelligence… y’all are not that special😭 just entitled and alienated af [picture] [quoted tweet]”, indo além do concreto. A preferência por sentimento (F) aparece na forma como reage com empatia e indignação moral, por exemplo em “como vcs conseguem ser insensíveis assim [picture] [quoted tweet]” e em desabafos sobre disforia, deadname e exaustão emocional, como “in the bathroom cuz getting deadnamed all day is exhausting but at least i look cute [picture]”. Quanto a percepção (P), ela demonstra impulsividade e vida mais no fluxo que no planejamento, como em “ele mora literalmente no ape do lado do meu e me chamou pra ir la e eu que ja sou meio impulsiva devido à falta de medicação circulando nimim irei sim! #YouOnlyLiveOnce [picture]” e em “kinda feelinf like deleting this app too😝😝 [picture]”, mudando de ideia e de humor rapidamente. A combinação de sociabilidade intensa, humor caótico, foco em sentimentos e questões políticas amplas, além da impulsividade afetiva e sexual (por exemplo “feeling tainted and wicked after sex >.< … é porque eu sou hedonistic, raunchy freak ou pq fui criada católica…? [picture]”), encaixa muito bem no perfil ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
18 • travesti autista e bilíngue (pt/en); mestra em falar de política, crush e hormônios no mesmo tweet. Uma vez deixei bilhetinho pro vizinho e deu certo.– @yyasminhoca

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte mas cheio de frufru, igual sair pra ver o boy depois de horas de estrada, tipo o clima de “advinhem quem vai dirigir por 4 horas e meia pra vir me ver hj😁😁😁”. A cachaça envelhecida é a base bruta, a parte hedonista e safadinha de tweets como “now why was this cute guy giggling while i rimmed him” e “pounding a twunk”. O licor de flor de sabugueiro é a feminilidade delicada, quase dramática, de posts como “everything aches and softens me” e o equilíbrio hormonal de “boobies growing nicely, yay!”. O maracujá azedinho traz a TPM, o chorinho e a ironia política em coisas como “these hormones are fucking me up si bad cuz tell me why am i nearly crying while eating a salad bowl…” e ““a moment of silence for israel””. O espumante rosé deixa tudo festivo, dramático e meio adolescente eterna, combinando com “vivo em apego à dramatização” e “ter uma breve paixão transformadora kinda feels like this né…😝”. Por fim, o bitter de cacau é o fundinho político, crítico e meio amargo de “can’t americans learn how to not center themselves in everything?” e “o homonacionalismo tem que acabar”, porque até o drink milita.

Sua Casa de Hogwarts
Ela transborda impulsividade e coragem social/afetiva, o que é bem típico de Grifinória. Ela mesma se descreve como impulsiva e encara isso de frente em situações potencialmente tensas, como quando aceita ir ao apartamento do vizinho justamente por ser "meio impulsiva": “ele mora literalmente no ape do lado do meu e me chamou pra ir la e eu que ja sou meio impulsiva devido à falta de medicação circulando nimim irei sim! #YouOnlyLiveOnce”. Também demonstra coragem ao enfrentar disforia e corpo em público, decidindo voltar à piscina mesmo depois de anos evitando esse espaço: “indo na piscina depois de dois anos sem ir por conta de disforia mds! ainda preciso comprar um biquini aff”. Politicamente, ela se posiciona com firmeza e não tem medo de bater de frente com discursos problemáticos, como quando critica pseudociência elitista: “It’s both funny and pathetic how guys like this think a pseudoscience [...] y’all are not that special😭 just entitled and alienated af”, lembra que a luta precisa ser interseccional: “vcs esquecem que a nossa luta é ou ao menos deve ser interseccional né?” e chama atenção para sionismo e homonacionalismo: “vcs esquecem que ela é sionista né…”, “o homonacionalismo tem que acabar”. Essa mistura de atrevimento emocional, enfrentamento político e certa dramaticidade — "vivo em apego à dramatização" “vivo em apego à dramatização” — aponta muito mais para uma grifinoriana intensa do que para uma casa mais calculista como Sonserina ou mais reservada como Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música Venus Fly combina feminilidade agressiva, humor ácido e sensualidade confiante, o que conversa muito com a forma como ela performa gênero e desejo. Ela é uma travesti jovem, muito consciente politicamente e afiada, o que aparece em posts como “can’t americans learn how to not center themselves in everything?” e “o homonacionalismo tem que acabar”, refletindo o tom desafiador da música. Ao mesmo tempo, há um lado extremamente sensual e brincalhão em tweets como “having very unladylike thoughts rn”, “goodnight to those who frotted and cuddled with a man with a dad body today😝😝😝” e “now why was this cute guy giggling while i rimmed him”, que dialoga com a energia sexual e poderosa da faixa. A questão da transição, do corpo e do olhar sobre si aparece em “2023 2025 pois ja fiz de 2022! muito obrigada estrogênio” e “boobies growing nicely, yay!”, ecoando o empoderamento corporal e a transformação presentes na música. Mesmo nos momentos de vulnerabilidade, como em “in the bathroom cuz getting deadnamed all day is exhausting but at least i look cute” e “feeling tainted and wicked after sex >.<”, ela ainda sustenta uma persona forte, dramática e estética, muito na vibe de uma “Venus flytrap” glamourosa e perigosa ao mesmo tempo.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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yyasminhoca
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