
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Emily parece mais próxima da Lisa Simpson: intelectual, irônica, politizada e constantemente frustrada com a mediocridade alheia. Ela é historiadora na UFPI, vive discutindo História e historiografia, como em “Nada mais me irrita que jornalista achar que possui alguma especialidade para falar de História…”, o que lembra o jeito da Lisa de defender o conhecimento contra gente rasa. Ao mesmo tempo, tem posicionamentos fortes sobre arte e cinema, como em “Esse é um tipo de opinião utilitarista sobre arte que me dá preguiça de formar pensamento.” e na fase Godard em “Já assisti 10 filmes do Godard…”, o que combina com o lado cult e crítico da personagem. Ela também é muito politizada e sarcástica, atacando transfobia, classe e raça, como em “tweets assim pra mim são as provas que é impossível separar relações de classe com de raça”, algo que ecoa a consciência social da Lisa. Por fim, existe um traço melancólico e sensível por trás da acidez, visível em “Gostaria de poder ressignificar o mês de dezembro e ele parar de me soar melancólico…”, que lembra o jeito da Lisa de se sentir deslocada e emotiva mesmo sendo extremamente crítica.

Seu tipo de personalidade MBTI
Ela aparenta ser mais introvertida (I): apesar de sair para bar, cinema e eventos, descreve um cansaço social forte, como em “acho que vou ter um burnout até o final desse mês ou mês que vem se continuar vindo gnt mandar msg pra mim” e “sentindo novamente aquela misantropia pelas pessoas, mas agora até com amigos. não quero que falem comigo pra buceta de universidade ou fazer algum favor”, mostrando necessidade de espaço e aversão a interação excessiva. A preferência por intuição (N) aparece na forma como puxa discussões abstratas e teóricas sobre História, classe e futuro, como em “tweets assim pra mim são as provas que é impossível separar relações de classe com de raça” e na crítica à visão de historiografia em “Isso é uma visão ultrapassada de historiografia”, além de brincadeiras conceituais como “o pt é o falo da psicanálise, todos nós queremos fugir dele mas continuamos sentindo a falta lacaniana petista”. Ela parece priorizar pensamento (T) sobre sentimento na forma de argumentar: é analítica, crítica e muitas vezes dura, por exemplo em “Nada mais me irrita que jornalista achar que possui alguma especialidade para falar de História... Você é desprezível.” e em julgamentos cortantes de gosto cultural como “vcs merecem comer pao com bosta no jantar td os dias que gosto de merda do caralho pqp”, priorizando coerência e crítica mesmo quando há emoção envolvida. Já a preferência por percepção (P) aparece no estilo caótico, improvisado e pouco planejado de vida: ela decide pintar o cabelo perto de compromisso em “talvez pintar o cabelo faltando 2hrs pro CCC nao tenha sido uma boa ideia”, fuma mesmo gripada em “quem imaginaria que fumar com gripe faria alguém tossir sem parar quem imaginaria” e lida com ressaca e quedas de forma meio desorganizada em “descubro que cheguei em casa e levei uma queda dps de sentar na cadeira e levantei andando com um sorriso no rosto como se nd tivesse acontecido”. O conjunto desses traços – introspecção social, foco em ideias e teoria, postura crítica/analítica e estilo de vida pouco estruturado – se encaixa melhor em INTP do que em tipos mais organizados (J) ou mais voltados a harmonia emocional (F).

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Historiadora na UFPI, fumante arrependida, fã de Godard e de fofoca acadêmica. Já perdi a calça no postinho, mas nunca o rigor historiográfico.– @zackkkkkkkkkier

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é bem forte, porque Emily vive no limite entre o burnout e a vontade de se jogar num trem, como em "quero me jogar num trem em movimento amanha", então a base é cachaça envelhecida pra representar essa intensidade nada suave. O licor de café amargo entra pela misantropia, pela ressaca existencial de alguém que diz "sentindo novamente aquela misantropia pelas pessoas" e que ri da própria amargura. O xarope de cebola e ervas é uma referência direta ao momento de felicidade simples em "às vezes tudo que precisamos é de um pringles sabor cebola", mostrando que por baixo do caos tem um afeto brega e confortável. O limão siciliano traz a acidez dos surtos sinceros como em "vcs merecem comer pao com bosta no jantar td os dias", enquanto a espuma de água tônica é a parte experimental, intelectual e irônica da historiadora comunistinha cinéfila de Godard de "Já assisti 10 filmes do Godard e acho que até o final do ano é possível que eu veja todos". Resultado: um coquetel doce-amargo, forte, estranho e apaixonável, igual alguém que diz "so queria amar alguem é pedir demais isso deus?" enquanto planeja ressuscitar o Império Fenício em Teresina.

Sua Casa de Hogwarts
Emily respira análise, teoria e referência, o que é muito característico de Corvinal. Ela é literalmente historiadora na UFPI e discute historiografia de forma crítica, por exemplo quando comenta Durval Muniz e a função do historiador em “Lembro de ver uma palestra do Durval Muniz... Isso é uma visão ultrapassada de historiografia” e quando se irrita com jornalista que ignora produção acadêmica em “Nada mais me irrita que jornalista achar que possui alguma especialidade para falar de História...”. Ela pensa articulações entre classe e raça com vocabulário bem teórico em “tweets assim pra mim são as provas que é impossível separar relações de classe com de raça” e faz graça intelectualizada até com política em “o pt é o falo da psicanálise, todos nós queremos fugir dele mas continuamos sentindo a falta lacaniana petista”. O amor por cinema e Godard, ao ponto de querer ver toda a filmografia, é outro sinal de curiosidade obsessiva e nerdice típica de Corvinal, como em “Já assisti 10 filmes do Godard e acho que até o final do ano é possível que eu veja todos os filmes...”. Mesmo quando está sendo ácida ou misantropa, a forma como organiza as ideias, cria tipologias afetivas e faz piadas conceituais mostra alguém que valoriza reflexão e ironia inteligente, alinhando-se mais com Corvinal do que com o impulso puro de Grifinória ou a ambição calculista de Sonserina.

Seu filme

Sua música
Emily mistura amargura, humor ácido e desejo de leveza, algo que ecoa muito o clima de “Tudo Que For Leve”. Ela vive cansada das pessoas e da universidade, como quando diz que “acho que vou ter um burnout até o final desse mês ou mês que vem se continuar vindo gnt mandar msg pra mim” e que sente misantropia até com amigos em “não quero que falem comigo pra buceta de universidade ou fazer algum favor, isso é tão irritante”. Ao mesmo tempo, há uma busca por afeto e cuidado em frases como “so queria amar alguem é pedir demais isso deus?” e no jeito brincalhão de falar de romance e sexo, como em “amor é quase natal precisamos esquentar sua bucetinha o quanto antes”. A canção fala de se proteger, buscar o que é leve e suportável, o que combina com alguém que ri da própria dor, fala de ansiedade e cansaço em “aquela crise de ansiedade básica pra acabar o período letivo”, mas segue tentando se curtir indo ao cinema sozinha, como em “indo me curtir hoje indo pro cinema sozinha com sala vazia”. Entre ironia, hiperconsciência política e um coração escancarado, ela parece alguém que precisa exatamente de ‘tudo que for leve’ para aguentar o resto.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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