
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil dela mistura cérebro, ansiedade e militância cotidiana de um jeito muito Lisa Simpson. Ela é claramente nerd de exatas/ciências e da área da saúde, vive pensando em doença e morte, como quando reclama de CA de pâncreas em “CA de pâncreas mata 90% dos seus pacientes em 5 anos e não tem UM SÓ DIA em que eu durma tranquila sem pensar nisso” e se indigna com condutas médicas em “eu pegano uma glifage numa criança de 10 anos sem nem tentativa de mudança de hábitos primeiro”. Ao mesmo tempo, tem um senso crítico social/político afiado, tipo em “todo dia acordo e tenho vontade de dar independência pro RS” e na implicância com atlética em “atlética med gigantes tem que MORRER pois em algum lugar dessa cidade tem um tanquinho comprado só pra fazer gummy...”, bem no espírito de questionar tudo como a Lisa. Ela é dramática, ansiosa e autoirônica – vide “queria dar três tiros na minha cabeça” e “1g de propanolol na mente e um sonho” – mas ainda assim apaixonada pelas coisas que gosta, como basquete em “maldito dia que eu inventei de gostar de basquete” e música/pop cultura em “começando a acreditar que nunca mais haverá um álbum tão bem posicionado no tempo quanto o hot pink da doja”. Esse mix de inteligência, consciência social, overthinking e fandom intenso é a cara da Lisa Simpson adulta e brasileira.

Seu tipo de personalidade MBTI
Os tweets mostram muita energia social, piada interna de fandom, esportes e interações com amigos, o que sugere Extroversão. Exemplos são o envolvimento com basquete e Warriors em “maldito dia que eu inventei de gostar de basquete” e o jeito de falar dos amigos em “aos meus amigos: meu celular parou de funcionar DO NADA…”. O foco dela é bem mais em significados, contextos e associações irônicas do que em descrição literal, típico de Intuição, como em “depressão em outubro é apenas falta de reassistir your name” e “meio que chainsaw é sempre cavaleiro do apocalipse né”. O eixo Feeling aparece pelo tom emocional, empático e indignado com injustiças ou sofrimentos – por exemplo, sobre crianças e cuidados em saúde em “não ironicamente, se chega criança usando uma fralda por dia no posto… a gente chama o conselho tutelar” e a ansiedade/medo genuíno em “CA de pâncreas mata 90% dos seus pacientes em 5 anos e não tem UM SÓ DIA em que eu durma tranquila sem pensar nisso”. Por fim, o estilo caótico, impulsivo, cheio de caps lock e zero clima de planejamento rígido sugere Perceiving, como em “começando a me arrepender dessa ideia aqui” e na forma como ela reage no calor do momento a fandoms, notícias e plantões, reforçando o encaixe em ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
med em construção, fã de GSW e Atlético, já diagnostiquei mais bug de sistema que doença rara. Um espanhol me perguntou o que era “raba” e eu expliquei.– @zeloteamo

Seu coquetel exclusivo
Cachaça mineira porque ela é literalmente o misto perfeito de Ipatinga/Valadares e caos controlado, tipo quando grita "IPATINGA MENTIONED LET'S GOOOOO" e ao mesmo tempo sofre com estágio no posto. O xarope de guaraná com sal grosso é a energia debochada e salgadinha de quem fala de basquete, Warriors e GSW em crise em "lá vai a desgraça do gsw" e ainda sofre com "maldito dia que eu inventei de gostar de basquete". A redução de café coado bem forte é o plantão eterno na cabeça, aquela vibe de med school torta que pensa em CA de pâncreas antes de dormir em "CA de pâncreas mata 90% dos seus pacientes em 5 anos e não tem UM SÓ DIA em que eu durma tranquila sem pensar nisso" e devolve paciente de 2007 pra ped em "eu no posto devolvendo os pacientes de 2007 pra ped!!!". A espuma de limão siciliano com açúcar mascavo é a camada de doçura emo-irônica que ama João Gomes em "quando eu acordo triste mas o João gomes existe (não estou mais autorizada a estar triste)" e sofre com k‑pop, DPR e Day6 em "youtube music pesou muito a mão no meu 'favoritos antigos' e lançou I wait do day6, estou para morrer". E o gelo de chá de camomila é só pra tentar acalmar a arritmia emocional de quem vive à base de piada e colapso em "1g de propanolol na mente e um sonho" e jura que está "morta digitalmente mas passo bem" em "estou morta digitalmente mas passo bem".

Sua Casa de Hogwarts
Os tweets da @zeloteamo mostram alguém muito mais guiado por impulso, coragem social e indignação do que por cálculo frio ou busca de aprovação, o que é bem característico da Grifinória. Ela demonstra um senso forte de justiça e disposição de confrontar o que acha errado, por exemplo quando fala indignada sobre condutas médicas e sistema de saúde, como em “eu pegano uma glifage numa criança de 10 anos sem nem tentativa de mudança de hábitos primeiro” e em “solução é voltar no hospital e descer o cacete no médico que carimbou não há outra alternativa”. Esse impulso de partir pra briga contra estruturas que a irritam também aparece em “atlética med gigantes tem que MORRER pois em algum lugar dessa cidade tem um tanquinho comprado só pra fazer gummy… espero que FECHEM” e em “é SEMPRE um arrombado mimado narcisista que se acha superior aos outros que atrasa a porra do serviço!!!!!!!!!”, onde ela se coloca contra privilégios e egoísmo mesmo em ambiente de trabalho. Além disso, há um traço de coragem emocional e intensidade dramática em coisas como “queria dar três tiros na minha cabeça” e “CA de pâncreas mata 90% dos seus pacientes em 5 anos e não tem UM SÓ DIA em que eu durma tranquila sem pensar nisso”, mostrando alguém que sente tudo muito forte, mas continua seguindo em frente na medicina “do jeito errado”. Embora tenha momentos de carinho e humor que poderiam sugerir Lufa-Lufa ou Corvinal, o fio condutor é uma personalidade combativa, passional e destemida diante de injustiças e frustrações — exatamente o tipo de pessoa que o Chapéu Seletor mandaria direto para a Grifinória.

Seu filme

Sua música
A melhor música para a @zeloteamo é thank u, next, da Ariana Grande, porque ela vive num fluxo constante de caos, aprendizado e autoironia, sempre seguindo em frente. Ela transforma cada frustração em piada, tipo quando fala de medicina e pacientes em tweets como “eu pegano uma glifage numa criança de 10 anos sem nem tentativa de mudança de hábitos primeiro” e “CA de pâncreas mata 90% dos seus pacientes em 5 anos e não tem UM SÓ DIA em que eu durma tranquila sem pensar nisso”, mas continua, meio traumatizada, meio rindo. Ao mesmo tempo, ela é muito afetiva e apegada às coisas que ama, como mostra em “de tempos em tempos eu me pego pensando como será que tá a zaz. será que ela já comeu hoje. será que tá dormindo bem. será que ela lembrou de beber água” e no surto apaixonado por ídolos tipo “quando eu acordo triste mas o João gomes existe (não estou mais autorizada a estar triste)”. O tom dela é dramático e debochado ao mesmo tempo, como em “queria dar três tiros na minha cabeça” e “todo dia acordo e tenho vontade de dar independência pro RS”, que casa com a vibe de alguém que já viu muita merda, mas escolhe responder com humor e auto-superação. thank u, next é basicamente isso: reconhecer o caos, rir um pouco, agradecer pelas cicatrizes emocionais e seguir para o próximo capítulo – exatamente a energia “raba keita machida love bot”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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zeloteamo
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