
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O jeito do Zenkty de falar de cultura pop com seriedade e carinho lembra muito a Lisa, que é apaixonada por arte e conhecimento, mas também vive cercada de gente que não leva tudo tão a sério. Ele se emociona com jogos e narrativas profundas, como quando diz que “o melhor jogo que eu zerei foi uma DLC” ou quando comenta que é “muito triste ter que viver muito como um Zé em Night City” em Cyberpunk “Acabei de fazer esse final, é muito triste ter que viver muito como um Zé em Night City”, o que combina com o lado sensível e existencial da Lisa. Ao mesmo tempo, ele é extremamente opinativo, mas racional, como quando fala de Clair Obscur: “Aí tem eu, que zerei, achei um 7/10 honesto e não me encaixo em nenhum desses dois grupos”, bem no estilo Lisa de tentar ser a voz equilibrada no meio do caos. O humor irônico e levemente indignado com a indústria também ecoa a postura crítica dela, como em “Naughty Dog quando o assunto é más condições de trabalho e hora extra obrigatória” e “Prefiro enfiar uma faca no meu ouvido e girar do que jogar Silent Hill com dublagem de IA”. Por fim, o fato de ele cultivar paixões específicas e meio ‘nichadas’ — Half-Life, Baldur’s Gate 3, Sam Lake, Sam Barlow — e se orgulhar disso, como em “A Larian pode fazer um jogo sobre FEZES que eu estarei lá no lançamento”, é muito Lisa: alguém intensamente devoto ao que ama, mesmo que o resto do mundo não entenda tanto assim.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais introvertidos (I) do que extrovertidos: quase tudo gira em torno de experiências solitárias com jogos e filmes, como em “Estou há 21 dias sem assistir filmes” e “Fui inventar de jogar Cyberpunk 2077 e eu tô há mais de uma hora só tentando decidir se eu crio um V masculino ou feminino”, mostrando um foco em hobbies individuais e numa vida interior intensa, não em socializar. A preferência por intuição (N) aparece na maneira como ele faz conexões e ideias meta sobre mídia, como em “Filme é filmografia, música é discografia… mas e videogame? É o quê?” e ao falar de Half-Life 3 quase como um mito recorrente em vários tweets, pensando em significados, expectativas e contexto cultural, mais do que em detalhes práticos. No eixo pensar (T) vs sentir (F), ele parece claramente F: reage muito pela emoção, exagero afetivo e empatia – “O tanto que esse filho de uma puta já me fez chorar não tá escrito”, “Eu definitivamente não queria chorar de soluçar num domingo à noite” e “Jennifer English agradecendo sua namorada e mandando um abraço pros neurodivergentes Ela não decepciona” mostram a centralidade do sentimento e dos valores pessoais. A preferência por percepção (P) aparece na espontaneidade e na pouca ênfase em planejamento rígido: ele decide recomeçar jogos longos por impulso (“E SE… Eu jogar Baldur's Gate 3 de novo…”), entra em DLCs e filmes “pra ver qualé” (“Bora ver qualé desse aqui”) e brinca com metas meio soltas, como “Agora uma meta de 2025: ir pra Paranapiacaba e ficar um dia brincando de Silent Hill”, sem nenhum plano estruturado. O tom geral é de alguém muito apaixonado por arte, com imaginação forte, valores emocionais bem definidos, humor irônico, mas um comportamento mais caótico do que organizado — o que combina bastante com um perfil INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Crítico amador de filmes e jogos, profissional em sofrer por Half-Life 3. Uma vez abri o Cyberpunk só pra decidir o gênero do V por uma hora.– @zenkty

Seu coquetel exclusivo
O ADBGT on the Rocks é um drink forte e meio angustiante, igual sair do cinema depois de um filme que te deixa mal e ainda assim você dar ★★★★★, tipo quando ele disse que queria sair da sessão de “Marty Supreme (2025)”. O gin cítrico forte representa a vibe high-energy, gamer-cinéfilo empolgado que celebra Baldur’s Gate e DLCs como se fossem eventos religiosos, como em “Eu sou ADBGT Amo Demais Baldur's Gate Três” e “De tudo o que joguei em 2025, o melhor jogo que eu zerei foi uma DLC”. O licor de café entra como a maratona nerd de madrugada, alimentada por hype de Half Life 3 e eventos tipo TGA, ecoando “Vou perder o comecinho do TGA, espero que eles não abram o evento com o inevitável anúncio de Half Life 3”. O xarope de frutas vermelhas é a parte emocional, o cara que chora com jogo e série, como em “Eu definitivamente não queria chorar de soluçar num domingo à noite” e no carinho por Night City em “E assim, eu me despeço de Night City”. O bitter de cacau traz o lado irônico e meio amargo, que prefere esfregar as costas na parede chapiscada do que encarar certas replies, como em “Prefiro esfregar minhas costas em uma parede chapiscada do que ler as replies disso aqui” e que zoa dublagem de IA em “Prefiro enfiar uma faca no meu ouvido e girar do que jogar Silent Hill com dublagem de IA”. Por fim, a espuma leve de gengibre é o toque experimental e espirituoso de quem transforma até crise de consumo e hardware em piada, como quando fala do 3DS de luxo em “Nintendo 3DS virou artigo de luxo” e ri de pagar caro em memória antes da promoção em “Em novembro, eu paguei exatos R$ 249,99 nessa mesma memória aqui Nunca me senti tão esperto”.

Sua Casa de Hogwarts
A personalidade do @zenkty gira muito em torno de curiosidade, análise e fascinação intelectual, o que é bem típico de Corvinal. Ele demonstra um prazer em desmontar coisas com cuidado e nuance, como quando fala de Clair Obscur: “Aí tem eu, que zerei, achei um 7/10 honesto e não me encaixo em nenhum desses dois grupos”, recusando o pensamento binário e mostrando olhar crítico. Também valoriza fortemente a "ciência" das listas e rankings, com um humor autoirônico sobre objetividade: “Os melhores de 2025 aí Lembrando que isso não é só minha opinião, mas sim CIÊNCIA, tudo está objetivamente correto”, o que revela uma mente organizada e analítica. Ele encara jogos como quebra-cabeças intelectuais, como em Tunic: “tive que puxar um caderno e uma caneta, e tô há um bom tempo traçando um tal de ‘caminho dourado’ Que bagulho genial do caralho”, algo muito alinhado ao espírito estudioso e curioso da Corvinal. Há ainda o carinho com linguagem e forma, como em “Por favor, voltem a normalizar o uso de travessão, não é só o ChatGPT que usa —”, mostrando atenção a detalhes estilísticos e um certo nerdismo linguístico. Ele é apaixonado por arte (cinema, jogos, música) não só de forma emocional, mas como quem gosta de pensar, comparar, revisitar e destrinchar, o que encaixa muito melhor em Corvinal do que em qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A melhor música para o Zenkty é No Surprises, do Radiohead, porque equilibra melancolia, ironia e um certo carinho pela cultura pop – exatamente o tom que ele transmite nas timelines. Ele tem um carinho explícito por Radiohead, como quando diz que estamos falando do “melhor uso de Radiohead em todo o audiovisual”, o que já indica sintonia estética com a banda. A letra de No Surprises fala de esgotamento e de se sentir esmagado pelo mundo, algo que ecoa quando ele comenta sobre a indústria, como em “Pode decretar o fim da indústria” e nas críticas bem-humoradas à cultura gamer e hollywoodiana. Ao mesmo tempo, ele encara esse caos com humor autodepreciativo e afeto – do “ADBGT” em “Eu sou ADBGT Amo Demais Baldur's Gate Três” até o drama cômico de “Estou há 21 dias sem assistir filmes”. No Surprises captura bem essa mistura de cansaço com o mundo, ironia e um fundo de sensibilidade que claramente aparece quando ele se emociona com jogos e filmes, como em “Eu definitivamente não queria chorar de soluçar num domingo à noite”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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zenkty
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