
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de erudição cultural, mau humor performático e tiradas hiperbólicas coloca esse usuário muito próximo do Comic Book Guy. Ele tem um olhar extremamente crítico e elitista pra cultura pop e música, como quando diz que bar com música ao vivo é “um dos pilares do fascismo brasileiro” em “Bar com música ao vivo é um dos pilares do fascismo brasileiro” ou quando afirma que a limitação artística mede a limitação cognitiva em “A limitação da compreensão artística é uma medida direta e conjunta da limitação cognitiva.”. Como o Comic Book Guy, ele vive de referências e rankings, listando suas bandas favoritas em “Fav Bands Ever 1 Turisas 2 The Smiths [...] 15 My Bloody Valentine” e emitindo veredictos categóricos sobre filmes em “Agora que já passou tempo o suficiente [...] dois lixos.”. Também há um ranço irônico com o mundo corporativo e o neoliberalismo, típico do cinismo do personagem, em posts como “O profissional de RH é a forma final do desenho de personalidade no capitalismo.” e “Eu realmente não consigo entender como tem gente que fala que é APAIXONADA pelo o que faz no mundo corporativo.”. Por fim, ele tempera esse azedume com paixão verdadeira por arte e cultura (Charli XCX, Bowie, cinema, literatura), o que ecoa o lado profundamente nerd e obcecado do Comic Book Guy, como em “Vocês precisam ouvir mais música, gente. [...] Vamos usar o tempo livre pra se educar.”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Os tweets mostram alguém com forte introversão (I): apesar de comentar o “mundinho mulambo” e vários rolês, o tom é de observador crítico de fora, e ele menciona situações de desejo mais íntimo e recolhido, como querer só “uma namoradinha pra passar a madrugada tomando um bom vinho e ouvindo Kate Bush” “Hoje eu só precisava de uma namoradinha pra passar a madrugada tomando um bom vinho e ouvindo Kate Bush!!!”, além de falar muito de consumo solitário de música, filmes e livros. A preferência por intuição (N) aparece na forma como transforma coisas banais em conceitos abstratos e sistemas: chama o emoji de foguete de “símbolo definitivo do Brasil Mulambo de 2020” e fala de “magia social involuntária caótica de aprisionamento espiritual e involução” “O emoji de foguete é como um símbolo definitivo do Brasil Mulambo de 2020...”, e descreve a estética da fartura gastronômica como expressão da “miséria material” e do “passado de fome” “A estética da fartura em ambientes gastronômicos brasileiros (...) é um lembrete diário do nosso passado de fome.”. Ele é marcadamente Thinking (T): prioriza análise lógica, generalizações estruturadas e crítica dura, por exemplo quando diz que a limitação artística é medida direta da limitação cognitiva “A limitação da compreensão artística é uma medida direta e conjunta da limitação cognitiva.” e desmonta o universo de Marketing/Branding como uma “ars sacra do neoliberalismo” comparando-o a um pai que finge valor no desenho de bosta na parede “O pacote Marketing/Branding/Social Media (...) é similar ao pai que bate palma quando o filho faz desenho com bosta na parede...”. A preferência por Julgar (J) aparece na necessidade de estruturar e classificar tudo (listas de bandas favoritas “Fav Bands Ever 1 Turisas 2 The Smiths...”, ranking de países que gosta e que não gosta “My country: 🇧🇷 6 countries I like: (...) 6 countries I dislike: ...”), no gosto por projetos intelectuais delimitados como ouvir só arte brasileira por um período “O final de junho e o começo de julho está sendo operado no modo Fabricinho Decolonial: ouvindo apenas álbuns brasileiros, consumindo apenas literatura brasileira e cinema brasileiro.” e na forma assertiva como sentencia juízos definitivos (“Bar com música ao vivo é um dos pilares do fascismo brasileiro” link, “Memento é o único filme bom do Nolan” link). O conjunto de introversão crítica, abstração teórica constante, ênfase em análise fria/logificada e gosto por sistemas, rankings e estruturas normativas é muito coerente com um perfil INTJ.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Crítico cultural em tempo integral, autista em tempo parcial. Já briguei em bar por causa de Bowie, Steely Dan e do conceito de “pagode fordista”.– @zogtarkraup

Seu coquetel exclusivo
Um coquetel forte e pouco doce, porque o próprio nome já entrega: bitter baron, um barão de amargura que crava coisas como “Vai ter a vulgaridade da amargura sim, filho da puta”. O gin seco representa o racionalismo cortante e meio misantropo de alguém que fala em “plantation cultural” e “sociabilidade criptoneoliberal” em posts como “O pacote Marketing/Branding/Social Media…” e “N se enganem, Café com Teu Pai…”. O vermute extra seco é a camada cult: quem passa a madrugada ouvindo Kate Bush (“precisava de uma namoradinha pra… ouvindo Kate Bush!!!”) e organiza fav bands com Turisas, The Smiths, Steely Dan e MBV (“Fav Bands Ever”) precisa de algo clássico, europeu, ligeiramente snob. O licor de ervas amargas encarna o teórico de boteco que cita Marx, vigorexia neoliberal, fim da arte e fascismo de bar com música ao vivo em tiradas como “DAS KAPITAL, VOL. 1”, “A epidemia de vigorexia nacional…” e “Bar com música ao vivo é um dos pilares do fascismo brasileiro”. O bitter de laranja traz o lado irônico, meio dramático, de quem posta “Vou chorar 😭😭😭😭” e ao mesmo tempo declara amor à Charli, Tyler e Drake (“A Charli merece tudo que conquistou…”, “If Kendrick’s discography…”, “AUBREY DRAKE GRAHAM É UNDERRATED.”). Por fim, o twist de limão queimado é o toque brasileiro, ácido e um pouco chamuscado pela miséria e pelo caos, uma síntese de tiradas como “País de vigésimo mundo” e “Como pode o país do samba… ter virado o que virou?”, mas ainda assim servido num copo bonito, como quem diz: o mundinho é mulambo, mas o drink é fino.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil do @zogtarkraup transborda valorização de repertório, erudição e análise cultural, algo bem característico da Corvinal. Ele demonstra amor explícito por estudo e conhecimento formal quando fala, por exemplo, que poderia passar horas resolvendo exercícios de matemática por passatempo em livros antigos de EM: “Eu amo esses livros de matemática para EM mais antiguinhos, poderia passar horas fazendo questões de um Iezzi como passatempo, muito comfy”. Também há uma defesa clara de densidade artística e de ampliação de repertório, como quando critica quem se impressiona com música mediana e manda as pessoas usarem o tempo livre para se educar musicalmente: “Vocês precisam ouvir mais música, gente. De verdade mesmo. Se impressionar com esse tipo de coisa é sintomático de falta de repertório grave. Vamos usar o tempo livre pra se educar.”. Em vários momentos ele articula diagnósticos sociais elaborados, quase ensaísticos, sobre cultura, neoliberalismo e estética, como na análise do emoji de foguete como símbolo da identidade nacional: “O emoji de foguete é como um símbolo definitivo do Brasil Mulambo de 2020. Ele cristaliza absolutamente tudo que precisamos saber sobre nossa identidade nacional...” e na crítica à "epidemia de vigorexia" como ascese neoliberal: “A epidemia de vigorexia nacional (…) é a solução que o neoliberalismo achou para oferecer uma (não) ascese alinhada com a castração mental e o aprisionamento espiritual oferecido pelo mundo corporativo.”. Essa combinação de ironia mordaz, referências literárias, cinematográficas e musicais, e um impulso constante de interpretar o mundo com categorias sofisticadas aponta muito mais para um corvino hiper-analítico e intelectualizado do que para a ambição de Sonserina ou o heroísmo de Grifinória.

Seu filme

Sua música
A canção How Soon Is Now? do The Smiths combina o niilismo afetivo, o senso de inadequação social e a autoironia que aparecem o tempo todo no perfil. Eles colocam The Smiths em segundo lugar nas bandas favoritas em “Fav Bands Ever 1 Turisas 2 The Smiths…”, o que já indica identificação estética e emocional. A letra sobre solidão, deslocamento e desejo de conexão dialoga com tweets como “Hoje eu só precisava de uma namoradinha pra passar a madrugada tomando um bom vinho e ouvindo Kate Bush!!!” e com o tom amargo de “Vai ter a vulgaridade da amargura sim, filho da puta”. Além disso, o misto de elitismo cultural e autodepreciação em posts como “Vocês precisam ouvir mais música, gente. De verdade mesmo. Se impressionar com esse tipo de coisa é sintomático de falta de repertório grave.” casa com o cinismo sensível da faixa. O resultado é que How Soon Is Now? funciona quase como um autorretrato sonoro: existencialista, melancólico, culto e um pouco cruel, mas profundamente carente por baixo de toda a pose.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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zogtarkraup
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